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Porque não gostamos de pensar na morte?

Categoria: Notícias // 26/08/2020

No texto de hoje convidamos a psicóloga Thaís Souza CRP 12/09802, especialista em Terapia Cognitiva Comportamental e Neuropsicologia com 10 anos de experiência na função, para nos falar um pouco melhor sobre nosso processo de entendimento da morte sobre os olhos da psicologia. 



A morte faz parte da vida, o nosso ciclo natural é nascer e um dia morrer. Mas então por que geralmente as pessoas temem a morte?  Seria o medo de perder a pessoa amada?  Deixar seu lar, trabalho, diversão? O que nos espera depois da morte? E a pergunta mais difícil. Afinal o que é a morte?

    Se buscarmos no dicionário a palavra morte encontraremos como definição "ato de morrer, fim da vida, falecimento, intensa angústia, passagem da alma que estava ligada ao corpo material para o plano espiritual" (entre outras).

    Porém o que vemos no dia a dia é que a forma como o indivíduo percebe a morte está ligada diretamente com sua cultura e suas crenças religiosas e filosóficas. 

No consultório de psicologia percebo que o paciente que tem fé em algo superior enfrenta e lida melhor com a morte, o luto. Os momentos de luto são relevantes para a revisão de algumas atitudes perante a vida como a ressignificação de comportamentos, por exemplo. No entanto, comumente as pessoas não estão preparadas para lidar com o fim, o que torna mais embaraçosa e delicada a conformação do encerramento do ciclo vital. 

Em nossa sociedade ouvimos que a morte é um tabu, pois não queremos falar ou pensar sobre ela, escondemos das crianças a morte como se elas não pudessem elaborar o luto. Quando falamos ou vivenciamos a morte, tendemos a passar por momentos de tristeza, de grandes alterações psicológicas, comportamentais e fisiológicas, assim como, modificações no contexto social onde o enlutado está inserido. No entanto, é importante falarmos da morte como uma aproximação dela com o ser humano com o intuito de fazer parte do desenvolvimento humano e de conceber novos sentidos para as etapas da vida.

    A morte pode gerar medo, insegurança, fragilidade não só para quem está morrendo mas também para quem fica. É uma situação difícil de ser enfrentada, para todos os envolvidos. Para a pessoa que perdeu seu ente querido, ainda é preciso lidar com a situação, seja ela algo esperado ou inesperado, é preciso lidar com o vínculo existente de ambos, essa e outras questões são fatores importantes para a elaboração do luto e de como as fases do luto irão se desencadear: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação.

    Ter o acompanhamento de um psicólogo nesse momento é de grande importância, pois poderão surgir dificuldades de modo a incapacitar e desorganizar a vida dessas pessoas, e é nesse momento que o psicólogo pode ajudar o enlutado a enfrentar essa perda para que não se desenvolva sintomas destrutivos como: depressão, insônia, uso de álcool ou outras drogas e baixa imunidade. A psicologia possui técnicas e estratégias que possibilitam uma resposta saudável para o luto e corroboram com o alívio dos sintomas e melhora do paciente. Sendo também uma base segura e acolhedora que oferece proteção. 



Quer saber um pouco mais sobre como a psicologia pode te ajudar com esse momento tão difícil? A psicóloga Thaís Souza CRP 12/09802 está pronta para te auxiliar, entre em contato com a Florianopolis Clinicas no (48) 3952-4000 e conheça mais sobre o trabalho dessa excelente profissional. E não esqueça, associados SC Convênios possuem ainda mais benefícios!